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Lei de sociedade e família

Objetivos: Reconhecer a família como ambiente de desafios e crescimento espiritual e responsabilidade de cada um na manutenção da harmonia no lar.

1. Vídeo com comercial de margarina (10 min)
Apresentar comercial de margarina com família feliz e perfeita (https://www.youtube.com/watch?v=OEwPVfKreks). Depois perguntar se a família de alguém daquele grupo é como no comercial, se existe uma família perfeita. Perguntar:
- Será que mesmo as famílias que parecem perfeitas, se olhadas de perto podem apresentar seus desafios?
- Porque as famílias não são perfeitas?
Frequentemente achamos que nossa família tem problemas maiores e piores, enquanto a família do outro é melhor. Todas as famílias têm os seus desafios.

2. Família e reencarnação (25 min)
Contar duas histórias de espíritos que ao longo de reencarnações diferentes assumiram débitos e depois de um tempo vieram com familiares para poder sanar as suas mazelas.
Em uma reencarnação no Brasil em meados de 1740, Angela é governanta de uma família e maltrata muito seus escravos, especialmente Maria. Em certa viagem de navio, Maria se vinga de todos os maltratos sofridos e comanda e realiza um plano de jogar sua patroa no mar, causando a trágica desencarnação de Angela.
Passadas algumas reencarnações, em que estes dois Espíritos, através de duras lutas se encontram um pouco melhores, um pouco mais progredidos, a antiga serva aceita receber como filha a ex-patroa para poderem em família resgatar os débitos passados e se reconciliarem.
Assim, Raquel recebe sua filha Cintia em 2003 numa família muito humilde. A relação das duas é muito difícil. Cintia mostra-se como uma filha muito rebelde e raivosa, demandando grande esforço de Raquel para educá-la. Após grandes lutas, passadas por muitas brigas, Cintia aprende a amar e respeitar sua mãe por tudo que recebeu dela, apesar das duas ainda apresentarem alguma dificuldade em se relacionar.
Discussão:
- Como os laços de família podem gerar oportunidades de reparações de débitos do passado?
- Como a família ajuda no nosso crescimento evolutivo?
- Uma vez que não temos certeza dos detalhes de nosso planejamento reencarnatório no que toca à vida familiar, como podemos fazer para reparar os débitos do passado e crescer evolutivamente?
- Já conseguimos identificar onde existem as falhas nas nossas relações familiares? Para buscarmos  atenuar os erros precisamos primeiro identifica-los.

3. Entregar uma folha pequena com uma linha no meio. Pedir que identifiquem uma falha das suas famílias e escrevam de um lado. (deixar que falem)

4. Pedir que olhem para o que escreveram e reflitam sobre o que podem fazer para ajudar no progresso da família com relação a esta falha?  Colocar a música ‘coisas fáceis’ da Luciana Melo para a reflexão. (https://www.youtube.com/watch?v=zygcr5PuSDE)

- O que eu já consigo fazer? Com o que eu já posso me comprometer a fazer para melhorar a harmonia da minha casa? Pedir que escrevam do outro lado da folha o que já conseguem fazer para ajudar.

5. Passar o vídeo sintonia - https://www.youtube.com/watch?v=0tKyzVF3Szs
Conversar sobre a nossa responsabilidade na manutenção da harmonia do lar.

Prece final.

A arte de viver em família (culminância) - Aula 6

Objetivo:
Construir a identidade familiar, edificar o sentimento de pertença e o senso de responsabilidade na família, possibilitando o reconhecimento das infinitas possibilidades de reabilitação do espírito no lar terreno através da arte e do estudo da doutrina espírita.

Refletir sobre o nosso posicionamento diante da nossa família. Qual o nosso papel e qual a nossa contribuição para o seu crescimento.


Procedimentos:
Dividir a turma em dois grupos (ou 4, dependendo da quantidade de crianças na sala). Cada grupo receberá uma história (a história da Bevely e a de Zantur - contadas nas duas aulas anteriores)
Os grupos deverão relembrar as histórias e responder algumas perguntas.

A IDEIA DA ATIVIDADE É TRAZER AS HISTÓRIAS PARA A VIDA DELES, PARA QUE ELES REFLITAM SOBRE SUAS AÇÕES NA FAMÍLIA.

Perguntas para os grupos discutirem (A historia de Zantur):
  1. Porque Zantur não conseguiu mudar sua própria história?
  2. Ao que podemos comparar essa oportunidade que Deus deu a Zantur de mudar a sua história? Como Deus nos dá a oportunidade de mudar a nossa história?
  3. O que atrapalhou Zantur? Porque ele não conseguiu mudar a sua história?

Perguntas para os grupos discutirem (A história de Bevely):
  1. Bevely cometeu muitos erros quando era jovem. Seus atos tiveram consequências? Quais? (relacionamento ruim com o filho)
  2. O arrependimento dela bastou para que seu filho tivesse um bom relacionamento com ela? O que foi preciso? (por mais que estivesse arrependida, seu filho não a aceitava bem, e após o desencarne dele, ela ficou com um sentimento de culpa ainda maior)
  3. Qual lição aprendemos com essa história?

Questões para debate de todos:
  • Seríamos capazes de perdoar um familiar que nos maltrata? O que nos falta? Depende de quem esse perdão?
  • É fácil? Exemplificar com alguma dificuldade pessoal em família, para mostrar para as crianças que mesmo sendo evangelizador também luta para vencer as dificuldades e agir no bem.
  • O que nos atrapalha? Porque não conseguimos mudar a nossa história?
  • Qual a nossa maior dificuldade em família?
  • Seríamos capazes de mudar a história dos nossos familiares para melhor?

Pedir que peguem suas casas, olhem para ela e mentalizem sua família e tudo de bom que desejam para ela. Colocar a música 'pouso amigo'.

A arte de viver em família (identidade familiar 2) - Aula 5

Objetivo:
Construir a identidade familiar, edificar o sentimento de pertença e o senso de responsabilidade na família, possibilitando o reconhecimento das infinitas possibilidades de reabilitação do espírito no lar terreno através da arte e do estudo da doutrina espírita.

Observar a construção da identidade familiar. Perceber que quando perdemos tempo se preocupando com o erro dos outros deixamos de crescer e aprender.


Procedimentos:
 - Relembrar a aula passada sobre identidade familiar.

 - Contar a história de Zantur.

- Perguntas para debate:

  • O que você achou da história?
  • O que pensa de Zantur?
  • Porque Zantur não conseguiu mudar a sua história?
  • O que você faria se tivesse o livro da vida?

- Continuar a construção da casa.

- Música 'pouso amigo' e prece final

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A historia de Zantur

Zantur caminhava pela rua e só reclamava da sua vida e da sua família, quando apareceu na sua frente um ser de luz, que ouvindo as lamúrias de Zantur disse-lhe: Zantur você terá a oportunidade de reescrever sua história.

Então Zantur foi lançado para dentro de uma grande caverna, onde havia uma ampulheta e um livro grande e dourado que contava a historia de todos nós, um lápis e uma borracha.

Zantur começou a folhear o Livro pela letra A, B, C... e quando chegou na letra J, lembrou-se do seu irmão mais velho JOSÉ, que batia nele, não brincava com ele e Zantur achava que sua mãe gostava  mais de José do que dele,  neste momento pegou o lápis e a borracha, começou a ler a historia de José, viu que José tirou  nota 10 em Matemática, apagou a nota 10 e colocou um 0 (zero), continuou lendo descobriu que José gostava de Mariana e que José tinha dado uma rosa para Mariana, que  Mariana ficou encantada, rapidamente apagou a rosa e colocou um sapo, assim Mariana passou a odiar José. Zantur se divertia com a sua vingança.

E continuando a ler o livro K,L,M,N,O na letra P lembrou de Paulo seu pai, por quem sentia grande raiva. Seu pai Paulo era alcoólatra e quando bebia agredia toda a família , Zantur leu no livro da vida que seu pai ainda viveria alguns anos,  e mais uma vez usou o lápis e a borracha para escrever que seu pai desencarnara em um acidente.

Neste momento observou a ampulheta, e viu que seu tempo estava terminando, começou a folhear o livro da vida mais rápido Q,R,S,T,... e finalmente quando chegou a letra Z de Zantur, começou a pensar o que poderia modificar em sua própria vida. Como gostaria de brincar com seu irmão, ser amigo, aprender com ele, pensou em momentos melhores com seu pai, desejando uma família feliz, e gostaria que seu pai tivesse uma oportunidade de mudar. Zantur chorava, apressou-se com o lápis e a borracha, queria modificar essa história, mas nesse instante a ampulheta marcou o fim do tempo e Zantur foi lançado para fora da caverna.

A arte de viver em família (identidade familiar 1) - Aula 4

Objetivo:
Construir a identidade familiar, edificar o sentimento de pertença e o senso de responsabilidade na família, possibilitando o reconhecimento das infinitas possibilidades de reabilitação do espírito no lar terreno através da arte e do estudo da doutrina espírita.

Observar a construção da identidade familiar e mostrar que Deus é justo e nos oferece a família que precisamos ter.


Procedimentos:
 - Relembrar a aula passada sobre relacionamento em família., 

 - Contar de forma resumida a história 'Uma segunda chance' do livro 'O amor me trouxe de volta' (baixar o livro aqui).

A história fala de uma mulher que teve um filho anda muito nova e o maltratava muito. Seu marido era alcoólatra e batia na criança. Este jovem desencarna com 19 anos e só no fim de seus dias sua mãe reconhece seus erros e perde perdão. Alguns anos depois, com um outro marido, a mãe tem um novo filho, que apresenta comportamentos semelhantes ao do filho falecido. Segundo o autor do livro, Carol Bowman, as histórias apresentadas na obra são reais.

Conversar sobre a história: Deus foi bom e justo com a Bevely? Por que Jesse nasceu dentro daquela família? o que ele precisava aprender? O que Bevely precisava aprender?

- Continuar a construção da família (desenvolvida nas aulas 1 e 3). Pedir que tirem cuidadosamente as varetas do isopor. Disponibilizar papelão, caixas de sapato, guache e material de reciclagem e solicitar que cada um construa a sua casa e depois recoloque as varetas. Não opinar, deixar que cada um faça como desejar. Não é necessário terminar a construção em uma única aula.

O EVANGELIZADOR DEVERÁ OBSERVAR AS CONSTRUÇÕES E APROVEITAR OS QUESTIONAMENTOS QUE SURGIREM PARA ENSINAR A LUZ DA DOUTRINA ESPÍRITA.


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Uma segunda Chance (livro: o amor me trouxe de volta)

Bevely é uma americana que aos 17 anos teve seu primeiro filho, Brent. Ela era muito nova e ainda não estava preparada para ser mãe. Seu marido era alcoolatra e quando estava bêbado maltratava Brent com chutes e tapas. Certa vez chegou a lhe apontar uma arma.

Bevely não tinha paciência com Brent, brigava e batia nele constantemente. Quando nasceu seu segundo filho, Scot, ela se separou.  O pai de Brent foi morar na Alemanha e, aos 14 anos, Brent resolveu ir morar com ele. Neste período Bevely casou com Bruce, um homem bom e correto. Com o tempo Bevely começou a repensar sobre a vida, e da forma que havia tratava Brent.

Aos 18 anos Brent voltou a morar com Bevely. A partir do seu retorno ela sempre tentava conversar com ele, dizendo estar arrependida do passado, mas era difícil para Brent conversar sobre sua infância dolorosa. Aos 19 anos Brent sofreu um acidente de carro. O carro bateu em uma árvore e ele ficou desacordado. No hospital, já em coma, sua mãe lhe disse que nunca esquecesse que ela o amava. Brent apertou sua mão e desencarnou horas depois.

Bevely vivia muito deprimida, sentia-se culpada pela vida curta e infeliz que Brent tivera. Bevely por algumas vezes sentiu a presença do filho, ou o seu perfume... Certo dia sonhou que Brent lhe dava um bebê, dizendo que era um presente. Bevely então descobriu que estava grávida.

Jesse nasceu, e aos poucos Bevely foi percebendo algumas semelhanças com seu primeiro filho Brent. Aos 4 anos Jesse apontava fotografias de Brent dizendo que era ele, reconheceu o antigo apartamento de Bevely, onde Brent havia passado sua infância, apagava o isqueiro da avó da mesma forma que Brent fazia...

Certa vez Bevely foi conversar com Jesse sobre o cuidado de brincar com fogo e ele contou que havia salvado seu irmão Scot de um incêndio (fato que aconteceu quando Brent tinha 8 anos). Em um momento de irritação, Bevely, pela primeira, vez lhe deu um pequeno tapa. Jesse chorou muito. Quando se acalmou Bevely perguntou porque ele chorava tanto e ele lhe pediu que nunca mais batesse nele como fazia antes.


A arte de viver em família (relacionamento em família) - Aula 3

Objetivo:
Construir a identidade familiar, edificar o sentimento de pertença e o senso de responsabilidade na família, possibilitando o reconhecimento das infinitas possibilidades de reabilitação do espírito no lar terreno através da arte e do estudo da doutrina espírita.

Observar a relação dos evangelizando com suas famílias.


Procedimentos:
 - Relembrar a aula passada sobre o encontro da família.

- Lançar as perguntas: Deus é bom e justo? O que é ser bom? O que é ser justo? Explicar...

 - Entregar um pedaço de isopor e uma tira de papel. Pedir que escrevam no papel "minha família" e seus nomes, e colem na lateral do isopor.

 - Pedir que coloquem a família de varetas (criada na aula 1) no isopor. Todos os familiares das varetas deverão ter nome e grau de parentesco. (NESTE MOMENTO O EVANGELIZADOR CONSEGUE OBSERVAR A RELAÇÃO DA CRIANÇA COM A FAMÍLIA. MUITOS NÃO QUEREM COLOCAR DETERMINADOS PARENTES, OU OS COLOCAM LONGE DELES NO ISOPOR. O EVANGELIZADOR DEVERÁ APROVEITAR O MOMENTO PARA CRIAR NOVOS TEMAS PARA DISCUSSÃO POSTERIOR).

- Entregar uma nova tira de papel e pedir que escrevam o que mais gostam na família. A tira também deverá ser colada posteriormente no isopor.

- Após a finalização dos trabalhos discutir com os evangelizandos:

Você se colocou? Porque não? Você faz parte desta família? Quer se colocar agora (se a criança quiser se colocar entregar material para que ele faça uma nova vareta. Caso não queira respeitar seu desejo).
Com quem você se relaciona melhor na família? Por que você se colocou próximo de determinada pessoa?
Com quem você tem mais dificuldade de relacionamento? Porque? Onde você colocou esta pessoa?
Quando você olha para a sua família o que você sente? Quem sou eu dentro desta família? O que você aprende com ela? O que você oferece para ela? O que você mas gosta na sua família?

- Colocar a música 'Pouso amigo' para ambientação para a prece final.


Pouso Amigo

Eu tenho um pouso amigo, que me faz em paz ficar,
Recanto de ternura, a me embalar.
Já sofri, chorei, sorri, brinquei.
Tantos dramas e felicidade, já passei
Lá eu posso confiar, refletir, crescer e amar sem ter medo,
Com firmeza e fé total
Porto seguro, vinha de luz, fonte de aprendizado,
Oferta do amor de Jesus
Meu lar, minha liberdade,
Que bom que eu te escolhi, presente de verdade.
Meu lar, responsabilidade,
Exercício cristão, primeira caridade,
Meu lar. Meu lar.



A arte de viver em família (despertando sentimentos) - Aula 2

Objetivo:
Construir a identidade familiar, edificar o sentimento de pertença e o senso de responsabilidade na família, possibilitando o reconhecimento das infinitas possibilidades de reabilitação do espírito no lar terreno através da arte e do estudo da doutrina espírita.

Reconhecer a família como a responsável pela reencarnação. Todos possuem pai e mãe e devem valorizá-los e agradecer à Deus pela existência deles, mesmo que não sejam espíritos afins.

Procedimentos:
 - Relembrar a aula passada sobre a apresentação da família.

- Lançar a pergunta: todos precisam de pai e mãe? Porque?
Materialmente precisamos de um óvulo e um espermatozoide. Espiritualmente precisamos de dois espíritos que se comprometam a nos receber, que aceitem a responsabilidade da paternidade.

- Conversar sobre a importância da oportunidade que temos com a reencarnação e de como devemos ser gratos a estes espíritos que nos receberam.

 - Colocar a música 'Tempo e vida'. Pedir que fechem os olhos e escutem.


Tempo e Vida
Depende de nós e de mais ninguém que o amanhã seja melhor
Através do amor e humildade. [BIS]
Deixar o tempo e a vida correrem no riacho da amizade. [BIS]
E seremos no amanhã uma grande família.
Com certeza nossas vozes vencerão em coro todo o mal.



- Relembrar a explicação da música na aula anterior. Depende de nós, que já temos algum conhecimento, nos esforçar em dobro para agir no bem, aceitar nossos familiares com todos os seus defeitos, ter tolerância e vencer o mal.

- Atividade especial no salão: juntar as crianças com suas famílias. Pedir que pensem em sentimentos que precisam desenvolver para conseguir fazer parte de uma 'grande família' no amanhã.


Cada família receberá uma silhueta de cartolina e deverá escrever os sentimentos necessários em uma família. A silhueta representará a família e deverá ser enfeitada como quiser.

Após todos finalizarem, as silhuetas deverão ser coladas em volta de uma imagem que simbolize o planeta terra.

Todos juntos cantam a música 'Tempo e vida'.

ESTA ATIVIDADE FOI USADA NO ENCONTRO DA FAMÍLIA E JUNTOU ALUNOS DE TODOS OS CICLOS E SEUS RESPONSÁVEIS. NA AULA ANTERIOR TODOS OS CICLOS E PAIS TRABALHARAM O TEMA E A MÚSICA 'TEMPO E VIDA'.

A arte de viver em família (depende de nós) - Aula 1

Objetivo:
Construir a identidade familiar, edificar o sentimento de pertença e o senso de responsabilidade na família, possibilitando o reconhecimento das infinitas possibilidades de reabilitação do espírito no lar terreno através da arte e do estudo da doutrina espírita.


Conteúdo:
"Aprendam primeiro a exercer piedade para com a sua própria família e a recompensar seus pais, porque isto é bom e agradável diante de Deus." - Paulo (I Timóteo, 5:4)

A luta em família é problema fundamental da redenção do homem na Terra. Como seremos benfeitores de cem ou mil pessoas, se ainda não aprendemos a servir cinco ou dez criaturas? Emmanuel - Pão Nosso - lição 117


Procedimentos:

- Teatro de varetas: Pedir para que façam a silhueta da sua família atual, em cartolina branca, pinte e recortem cada personagem, cole em um palito de churrasco e conte-nos a sua atual reencarnação.

Perguntas norteadoras: Quem é você? Quem é seu  pai, sua mãe seus irmãos, são ricos ou pobres, porque você acha que encarnou nesta família? O que você acha que está trabalhando, aprendendo nesta reencarnação? Qual a importância dessa família para a sua reencarnação?

Porque encarnamos unidos em uma mesma família? afinidade ou resgate.

- Colocar a música ' Tempo e Vida' e distribuir a letra para todos cantarem juntos.

Tempo e Vida
Depende de nós e de mais ninguém que o amanhã seja melhor
Através do amor e humildade. [BIS]
Deixar o tempo e a vida correrem no riacho da amizade. [BIS]
E seremos no amanhã uma grande família.
Com certeza nossas vozes vencerão em coro todo o mal.



- Trabalhando a letra da música 'tempo e vida': conversar sobre a letra da música.
  • Nós quem? Espíritos com algum entendimento espiritual.
  • O que depende de nós? A harmonia do lar.
  • Para que? Para que  o amanhã seja melhor.
  • Como vamos conseguir isto? Através da prática do amor e da humildade,da simplicidade.
  • Onde vamos praticar esses sentimentos?  Primeiramente na nossa casa, para depois conseguirmos praticar com todos. Quando todos se unem pela prática do bem o mal é vencido e o amor predomina. Relembrar que a terra passa por uma transformação... Falar sobre família universal.
- Cantar juntos a música.

Prece final.

Valorização da Família

Objetivo:
Reconhecer a importância da família em nossas vidas, e, que cada um tem a família que precisa para a sua evolução

Procedimentos:
- Ambientação: música e prece

- Relembrar a aula passada.

- Incentivo: perguntar se alguém já foi em uma feira ou no mercado... vocês já compraram frutas como maça, ou legumes? Como o vendedor estipula o preço dessas coisas? Como sabemos quanto pagaremos ao comprar 5 batatas? O valor da batata é medido pelo seu peso. Se 1 Kg de batata custar 2 reais quanto custarão 2 quilos?

- Atividade de incentivo: brincadeira do “o quanto pesa”. Levar uma balança de alimentos. Pesar alguns objetos e pedir que as crianças tentem adivinhar o peso.

- Mas e a nossa família? Será que ela pode ser pesada? Pesada não no sentido do peso físico de cada família, mas sim pesada no sentido do valor. Valor que damos a ela. Como a gente avalia o peso que nossa família tem para a gente? (pelo aconchego, união, amizade, conflitos, relacionamentos...). O quanto você valoriza a sua família?
- preparar antecipadamente três saquinhos com diferentes pesos (pequeno, médio e grande). Em cada saquinho deverá ser colado o desenho de uma família. Pedir que cada criança diga o quanto ela valoriza a sua família através dos pesos, e explicar os motivos de ser muito ou pouco.

- Conversar com as crianças sobre a importância de valorizarmos a nossa família mesmo com todas as dificuldades que enfrentamos, pois alí estão as pessoas com quem precisamos aprender a nos relacionar para crescer, a nossa família é escolhida por Deus e por nós antes de encanarmos na terra.

- Conversar brevemente sobre a importaria da família em nossas vidas, e das atitudes que tomamos em casa

- Nossa vida em família é repleta de momentos felizes e tristes, alegres e de aprendizado, nossa história é como um filme, cabe a nós analisarmos a situação e aprendermos com ela. Pensando sempre em quanto crescemos como pessoa quando ao invés de ignorar situações difíceis tentamos aprender com elas.

- Fixação: desenhar em uma folha A4 (desenhada como se fosse um rolo de filme) momentos felizes, de aprendizado e valorização da família.

ou   


- Música e prece final