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Como usar as mãos para o bem

Objetivo:
Valorizar a reencarnação como oportunidade de fazer diferente, de mudar, transformar. Valorizar a auto-estima e descobrir-se capaz de ver beleza e de transformar a realidade.

Procedimentos:
- Trabalhar a música ‘Mãos’.- Levar passagens da vida de Jesus (passagens que são citadas na música) para que eles trabalhem em grupos: ‘O Argueiro e a Trave no Olho’, ‘mulher adúltera’, ‘significado de pão e vinho’, ‘andar sobre as águas’, ‘parábola bom samaritano’, ’lavar os pés’, ‘sermão do monte’. Cada grupo deverá identificar esta passagem na música

- Discutir a letra da música.

Em uma cartolina carimbar as mãos dos jovens com guache ou fazer o contorno com canetinha e pedir que cada um se comprometa escrevendo na mão o que pode fazer para tentar mudar o mundo.


Mãos (http://palcomp3.com/allanfilho/maos-com-atila-rondon/)
(
Autoria: Allan Filho / Átila Rondon / Carlos Alexandre / Marcos José)

Mãos que apontam as falhas do outro,
São traves nos olhos de quem não se vê.
Abertas são tapas na cara da vida,
Fechadas são punhos buscando o poder.
Lançam as pedras condenam e castigam
Mas, na própria vida, há uma contradição.
Mãos que lavadas diante do povo
Demonstram de novo uma velha omissão.
Minhas mãos estão marcadas
Do que está cheio o meu coração.

Que das cinzas de todo desamor renasça a paz!
Que eu consiga enxergar o amor em mim e levá-lo aos demais!
E mostrar que apesar de toda dor...
Há mãos que partilham o pão e o vinho
São as mesmas mãos que nos lavam os pés.
Mãos que nos chamam pra andar sobre as águas
E sempre nos erguem se há pouca fé.
Mãos que amparam o samaritano
São mãos que irmanam quem o mundo abandonou.
Mãos que semeiam do alto do monte.
São fonte de fé, de esperança e de amor.
Minhas mãos estão marcadas
do que está cheio o meu coração.




            9 – Por que vês tu, pois, o argueiro no olho do teu irmão, e não vês a trave no teu olho? Ou como dizes a teu irmão: Deixa-me tirar-te do teu olho o argueiro, quando tens no teu uma trave? Hipócrita, tira primeira a trave do teu olho, e então verás como hás de tirar o argueiro do olho de teu irmão. (Mateus, VII: 3-5).
             10 – Um dos caprichos da humanidade é ver cada qual o mal alheio antes do próprio. Para julgar-se a si mesmo, seria necessário poder mirar-se num espelho, transportar-se de qualquer maneira fora de si mesmo, e considerar-se como outra pessoa, perguntando: Que pensaria eu, se visse alguém fazendo o que faço? É o orgulho, incontestavelmente, o que leva o homem a disfarçar os seus próprios defeitos, tanto morais como físicos. Esse capricho é essencialmente contrário à caridade, pois a verdadeira caridade é modesta, simples e indulgente. A caridade orgulhosa é um contra senso, pois esses dois sentimentos se neutralizam mutuamente. Como, de fato, um homem bastante fútil para crer na importância de sua personalidade e na supremacia de suas qualidades, poderia ter ao mesmo tempo, bastante abnegação para ressaltar nos outros o bem que poderia eclipsá-lo, em lugar do mal que poderia pô-lo em destaque? Se o orgulho é a fonte de muitos vícios, é também a negação de muitas virtudes. Encontramo-lo no fundo e como móvel de quase todas as ações. Foi por isso que Jesus se empenhou em combatê-lo, como o principal obstáculo ao progresso.
Fonte: O Evangelho Segundo o Espiritismo. Capítulo X : bem-aventurados os misericordiosos. Itens 9 e 10

argueiro = grão e poeira, partícula de pó (partícula pequena)
trave = viga, barra (partícula grande)                                                                 

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             11 – Não julgueis, pois, para não serdes julgados; porque com o juízo que julgardes os outros, sereis julgados; e com a medida com que medirdes, vos medirão também a vós. (Mateus, VII: 1-2).
             12 – Então lhe trouxeram os escribas e os fariseus uma mulher que fora apanhada em adultério, e a puseram no meio, e lhe disseram: Mestre, esta mulher foi agora mesmo apanhada em adultério; e Moisés, na Lei, mandou apedrejar a estas tais. Qual é a vossa opinião sobre isto? Diziam pois os judeus, tentando-o, para o poderem acusar. Jesus, porém, abaixando-se, pôs-se a escrever com o dedo na terra. E como eles perseveraram em fazer-lhes perguntas, ergueu-se Jesus e disse-lhes: Aquele dentre vós que estiver sem pecado atire-lhe a primeira pedra. E tornando a abaixar-se, escrevia na terra. Mas eles, ouvindo-o, foram saindo um a um, sendo os mais velhos os primeiros. E ficou só Jesus com a mulher, que estava no meio, em pé. Então, erguendo-se, Jesus lhe disse: Mulher, onde estão os que te acusavam? Ninguém te condenou? Respondeu ela: Ninguém, Senhor. Então Jesus lhe disse: Nem eu tampouco te condenarei; vai, e não peques mais. (João, VIII: 3-11).
             13 – “Aquele que estiver sem pecado atire-lhe a primeira pedra”, disse Jesus. Esta máxima faz da indulgência um dever, pois não há quem dela não necessite para si mesmo. Ensina que não devemos julgar os outros mais severamente do que nos julgamos a nós mesmos, nem condenar nos outros os que nos desculpamos em nós. Antes de reprovar uma falta de alguém, consideremos se a mesma reprovação não nos pode ser aplicada.

Fonte: O Evangelho Segundo O Espiritismo. Capítulo X: Bem-Aventurados Os Misericordiosos. Itens 11, 12 E 13

Indulgência = perdão de um erro

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Última ceia

A última ceia de Jesus com os seus apóstolos representa mais um apelo do Mestre à vivência da lei de amor, segundo os princípios da verdadeira fraternidade que devem reinar na Humanidade. Nessa ceia, o Mestre transmite também orientações finais aos discípulos, anuncia acontecimentos e empenha, mais uma vez, o seu amor e proteção a todos que o aceitarem como orientador maior.

“Tomando o pão, partiu-o e o deu a seus discípulos e disse-lhes:” Tomai e comei; este é o meu corpo; que vai ser dado por vós. E com o cálice cheio de vinho, ofereceu-lhes, dizendo: ‘Bebei, este é o sangue do Novo Testamento que vai ser derramado em vosso benefício.’

Ao falar isto, Jesus estava fazendo uma comparação consigo mesmo. O pão é um alimento conhecido por todos e serve para sustentar o nosso corpo, e Jesus é o "pão" para o nosso espírito, isto é, seus ensinamentos nos alimentam a alma, o sentimento e o raciocínio, deixando-nos fortes para a vida.

O vinho, é o sinal do espírito renovador dos ensinamentos do Mestre, que dessedenta a alma. O pão e o vinho partilhados com o nosso próximo, fertilizam o nosso espírito pela luz que advém desta atitude, que tornada hábito, permite-nos encontrar a paz.

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Lavar os pés

Conhecendo sua origem superior, quis Jesus, praticando o ato simbólico de lavar os pés a seus apóstolos, dar aos homens, aos quais chama seus irmãos, o exemplo da humildade e da renúncia. Foi para isso que, assemelhando-se a um escravo, desempenhou aquela função. [...] A lavagem dos pés simbolizava também a maneira por que os discípulos deviam percorrer o novo caminho em que iam entrar, depois de lhes haver o Mestre limpado os pés de todas as imundície de que o caminho velho os cobrira.

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Parábola do bom samaritano
Um homem, que descia de Jerusalém para Jericó, caiu em poder de ladrões, que o despojaram, cobriram de ferimentos e se foram, deixando-o semimorto. Aconteceu em seguida que um sacerdote, descendo pelo mesmo caminho, o viu e passou adiante. Um levita, que também veio àquele lugar, tendo-o observado, passou igualmente adiante. Mas, um samaritano que viajava, chegando ao lugar onde jazia aquele homem e tendo-o visto, foi tocado de compaixão. Aproximou-se dele, deitou-lhe óleo e vinho nas feridas e as pensou, depois, pondo-o no seu cavalo, levou-o a uma hospedaria e cuidou dele. No dia seguinte tirou dois denários e os deu ao hospedeiro, dizendo: Trata muito bem deste homem e tudo o que despenderes a mais, eu te pagarei quando regressar.
Qual desses três te parece ter sido o próximo daquele que caíra em poder dos ladrões? O doutor respondeu: Aquele que usou de misericórdia para com ele. Então, vai, diz Jesus, e faze o mesmo. (S. LUCAS, cap. X, vv. 25 a 37.)
Fonte: O Evangelho Segundo O Espiritismo. Capítulo XV: Fora da caridade não há salvação. Item 2.

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Sermão do Monte

Sermão é, conforme os dicionários, discurso religioso. Jesus proferiu quatro sermões, públicos e privados, com destinação certa e procurando atingir seus objetivos. Os públicos eram feitos em lugares que marcaram a passagem do Mestre, que ensinava caminhando.

O 1º Sermão de Jesus de Nazaré aconteceu num monte na costa Norte do Mar da Galileia, perto da cidade de Cafarnaum foi o Sermão da Montanha ou das Bem-aventuranças (Mateus 5-7, Marcos 5 e Lucas 6), é um longo discurso de Jesus que é considerado um resumo dos seus ensinamentos.

Jesus inicia o Sermão do Monte pelas bem-aventuranças, incentivando à humildade, à mansuetude, à prática da justiça, à misericórdia e à pacificação.  Oferece-nos o Reino dos Céus se o nosso comportamento estiver, pautado dentro desses ensinamentos.

Fala que os seus seguidores preservariam os seus ensinamentos pelos exemplos edificantes e transmitiriam os conhecimentos adquiridos d'Ele com pureza. Não veio destruir a lei - diz o Mestre - ou desmentir os profetas, mas tão somente ratificar os ensinamentos, e, mais do que isso, ampliá-los.

Recomendou-nos o exercício da caridade sem ostentação; concitou-nos a nos precatarmos contra os mentirosos enganadores e mostrou-nos a imperiosa necessidade da oração, para que através dela nos possamos religar ao Pai, além de levar socorro aos necessitados.

Mostrou o destino glorioso dos que edificam a vida espiritual sobre rocha firme e, em contraposição, a triste sina dos que edificam suas vidas sobre as ilusões do mundo.

Finalmente, ensinou-nos o "Pai Nosso", para que através dele pudéssemos entrar em contato com o Pai Celestial.

Transformando o olhar - Aula 7

Objetivo:

Valorizar a reencarnação como oportunidade de fazer diferente, de mudar, transformar. Valorizar a auto-estima e descobrir-se capaz de ver beleza e de transformar a realidade. 

Fazer a Culminância do projeto transformando o olhar - Como mudar o mundo com pequenos gestos -  e sensibilizar para  a parte prática do projeto, a visita ao asilo.


Procedimentos:

1- Mostrar o filme Pollyanna (parte editada, em 15 minutos, quando a Pollyanna muda a forma de pensar de uma senhora que vivia deitada em uma cama esperando a morte).



Antes de passar o filme, explicar a história de Pollyanna, que perdeu o Pai, um Missionário, e que foi morar com a tia, uma mulher rica e mesquinha.

Resgate do filme: Como Pollyanna tentava mudar o mundo? (Ela tentava sempre ver o lado bom das coisas, incentivando as pessoas a serem pessoas melhores e a superarem os seus problemas e seguirem adiante)

Ela ajudava as pessoas através do sorriso e da conversa fraterna. Tinha paciência e tolerância com o próximo, aceitava ele do jeito que era e o incentivava  a se tornar uma pessoa melhor.

2- Será que conseguimos agir desta maneira? É fácil? Podemos tentar?
Explicar que muitas vezes é muito fácil falar, mas fazer é complicado. Seja por vergonha, medo ou falta de oportunidade, é raro pararmos para ajudar o próximo. Por isso, a proposta para a turma é vivenciar esta experiência.

Conversar sobre a visita ao asilo. Explicar que lá vivem idosos que não têm família, são carentes, precisam de carinho e de alguém para ouvi-los. A proposta da visita é levar um pouco de alegria para pessoas que vivem na solidão.

Explicar como vai funcionar a visita...

Todos devem procurar conversar com os idosos... pode entregar a lembrança e perguntar o nome... perguntar se quer conversar (muitas vezes eles não querem e não devemos forçar), puxar assunto... , cantar... e se despedir com um abraço carinhoso.

LEMBRETES:
- Necessidade da autorização do responsável
- Lembrar o horário de chegada na instituição espírita e de saída para o asilo.

3- Fazer cartões e montar kits de higiene que serão entregues para os idosos (fazer um pouco a mais de cartões do que a quantidade de idosos que moram no asilo)



AVALIAÇÃO DO TRABALHO:
A VISITA AO ASILO ACONTECEU NO SÁBADO SEGUINTE. APENAS AS CRIANÇAS DA TURMA (10 A 12 ANOS) FORAM. OS PAIS FICARAM ESPERANDO NA INSTITUIÇÃO ESPÍRITA.

FOI UMA EXPERIÊNCIA MARAVILHOSA, ELES SUPERARAM QUALQUER EXPECTATIVA. CONVERSARAM COM OS IDOSOS E DERAM TOTAL ATENÇÃO ENQUANTO ESTAVAM LÁ. ACREDITAMOS QUE ESTE TRABALHO PRÁTICO SÓ FOI POSSÍVEL DEVIDO À SENSIBILIZAÇÃO REALIZADA NAS AULAS ANTERIORES.

ELES RETORNARAM FELIZES, AO PERCEBEREM QUE MESMO SENDO JOVENS POSSUEM A CAPACIDADE DE AJUDAR O PRÓXIMO E MUDAR O MUNDO COM PEQUENOS.GESTOS.

OS IDOSOS ADORARAM RECEBER A VISITA DAS CRIANÇAS E FORAM SUPER RECEPTIVOS.

ESTA VISITA ACONTECEU EM AGOSTO. DEVIDO AO SUCESSO DO TRABALHO, MARCAMOS UMA NOVA VISITA PARA NOVEMBRO. AO CHEGARMOS LÁ EM NOVEMBRO, OS IDOSOS LEMBRARAM DO NOME DAS CRIANÇAS COM QUEM CONVERSARAM ANTERIORMENTE, E AS CRIANÇAS TAMBÉM SE DIRIGIRAM PARA CONVERSAR COM OS IDOSOS QUE JÁ CONHECIAM.

A PARTIR DESTA EXPERIÊNCIA COLOCAMOS DUAS VISITAS AO ANO NO NOSSO PLANEJAMENTO ANUAL DAS AULAS.

Transformando o olhar - Aula 6

Objetivo:

Valorizar a reencarnação como oportunidade de fazer diferente, de mudar, transformar. Valorizar a auto-estima e descobrir-se capaz de ver beleza e de transformar a realidade. Através da compreensão do significado da palavra liberdade, entender que o homem evolui mutuamente em sociedade.

Entender que todos podem se transformar e transformar a sociedade.

Conteúdo:

CAPÍTULO XV - FORA DA CARIDADE NÃO HÁ SALVAÇÃO 

Procedimentos:

- Contar a parábola do bom samaritano
Um homem, que descia de Jerusalém para Jericó, caiu em poder de ladrões, que o despojaram, cobriram de ferimentos e se foram, deixando-o semimorto. Aconteceu em seguida que um sacerdote, descendo pelo mesmo caminho, o viu e passou adiante. Um levita, que também veio àquele lugar, tendo-o observado, passou igualmente adiante. Mas, um samaritano que viajava, chegando ao lugar onde jazia aquele homem e tendo-o visto, foi tocado de compaixão. Aproximou-se dele, deitou-lhe óleo e vinho nas feridas e as pensou, depois, pondo-o no seu cavalo, levou-o a uma hospedaria e cuidou dele. No dia seguinte tirou dois denários e os deu ao hospedeiro, dizendo: Trata muito bem deste homem e tudo o que despenderes a mais, eu te pagarei quando regressar.
Qual desses três te parece ter sido o próximo daquele que caíra em poder dos ladrões? O doutor respondeu: Aquele que usou de misericórdia para com ele. Então, vai, diz Jesus, e faze o mesmo. (S. LUCAS, cap. X, vv. 25 a 37.)
Sacerdote = autoridade religiosa. Padre, pastor...
Levita = religioso que fica orando
Samaritano = religioso que era mal visto na época de Jesus

USAR IMAGENS OU VÍDEO PARA AJUDAR A CONTAR A HISTÓRIA.

 



 

- Conversar sobre a parábola e a relação que ela tem com a nossa maquete.

- DINÂMICA "CHAVE MÁGICA"
* Forma-se um círculo com as crianças em pé
* O evangelizador ficará de costas para as crianças e irá bater palmas (pode-se usar uma música)
* As crianças começarão a passar a chave (ou outro objeto qualquer)
* Quando o evangelizador bater palmas ou suspender a música, a criança que estiver com a chave na mão deverá falar uma palavra ou atitude que represente o tema da aula (melhorar o mundo com pequenos gestos)
* Quem repetir uma palavra já dita, não lembrar ou errar, deverá entrar dentro do círculo ficar segurando a chave, esperando que alguém tome o seu lugar e ele possa voltar a brincadeira.

- Continuar a construção da maquete. As crianças que faltaram na aula anterior deverão ser instruídas sobre o trabalho que está sendo feito e colocadas em um grupo.

Transformando o olhar - Aula 5

Objetivo:

Valorizar a reencarnação como oportunidade de fazer diferente, de mudar, transformar. Valorizar a auto-estima e descobrir-se capaz de ver beleza e de transformar a realidade. Através da compreensão do significado da palavra liberdade, entender que o homem evolui mutuamente em sociedade.

Entender que todos podem se transformar e transformar a sociedade.

Conteúdo:

Lei de sociedade Q. 766 e 767 L.E.  (todos concorrem para o progresso – auxiliando- se mutuamente. Necessidade de trabalho. Q 676 L.E.  

Procedimentos:

- Iniciar a aula com uma dinâmica de incentivo ao trabalho em equipe.
Formam-se duas filas (as crianças deverão ficar de frente umas para as outras, como na imagem abaixo). Dar uma fita para cada fila. Uma fila deverá transferir a fita para o outro grupo.


- Foi fácil? O que foi preciso para conseguirmos? O que é preciso para trabalharmos bem em equipe? (ouvir a explicação sobre o que fazer antes de começar o trabalho, conversar com o grupo sobre como fazer antes de começar, trabalhar junto, ouvir o colega...)

Assim deve ser nosso trabalho em sala. Ouvir o outro e trabalhar em grupo.

- Continuar a construção da maquete. As crianças que faltaram na aula anterior deverão ser instruídas sobre o trabalho que está sendo feito e colocadas em um grupo.

Transformando o olhar - Aula 4

Objetivo:
Valorizar a reencarnação como oportunidade de fazer diferente, de mudar, transformar. Valorizar a auto-estima e descobrir-se capaz de ver beleza e de transformar a realidade. Através da compreensão do significado da palavra liberdade, entender que o homem evolui mutuamente em sociedade.

Entender que todos podem se transformar e transformar a sociedade.

Conteúdo:

Lei de sociedade Q. 766 e 767 L.E.  (todos concorrem para o progresso – auxiliando- se mutuamente. Necessidade de trabalho. Q 676 L.E.  

Procedimentos:

- Relembrar a aula passada sobre os projetos para melhorar o mundo.

- Colocar no quadro todas as ideias que surgiram na aula anterior.


- Dividir a turma em grupos e definir quais projetos cada grupo irá fazer (definimos 4 projetos por grupo)


- Iniciar a Construção dos projetos em maquete no isopor


Material: cartolina, cola, papeis variados, corrugado, crepom, laminados,...caixinhas pequenas, tampinhas,... e bonecos de plástico.

Transformando o olhar - Aula 3

Objetivo:
Valorizar a reencarnação como oportunidade de fazer diferente, de mudar, transformar. Valorizar a auto-estima e descobrir-se capaz de ver beleza e de transformar a realidade. Através da compreensão do significado da palavra liberdade, entender que o homem evolui mutuamente em sociedade.

Entender que todos podem se transformar e transformar a sociedade.

Conteúdo:
Lei de sociedade Q. 766 e 767 L.E.  (todos concorrem para o progresso – auxiliando- se mutuamente. Necessidade de trabalho. Q 676 L.E.  

Procedimentos:

- Relembrar a aula passada com a apresentação dos projetos para melhorar o mundo.

- Colocar o filme 'gentileza gera gentileza todo dia'



- Conversar com a turma sobre o filme. É fácil tentarmos mudar o mundo, pensando em mega projetos que envolvam os outros, ou é mais fácil pensarmos em coisas simples que com boa vontade já podemos fazer? É fácil olharmos para nós e nos mudarmos? Ou é mais fácil dizer que o outro não pratica o bem? É fácil reconhecer que eu também ainda não pratico? Como me educar? Como me conhecer? Como me transformar? (começando, praticando pequenos atos, me observando). 

- Você reconhece algo que você já pode fazer de legal? Você percebe que nem sempre você age desta forma mas pode mudar? Você gostaria  de fazer uma coisa legal? O que?
- Dividir a turma em dois grupos para troca e construção de projetos que contemplem as idéias de todos.
Lápis e papel na mão para desenhar um projeto (pequenas ações que podemos praticar no dia adia para um mundo melhor).

AS CRIANÇAS CITAM EXEMPLOS SIMPLES, COMO JOGAR LIXO NO LIXO E RESPEITAR OS PROFESSORES. AS IDEIAS DEVERÃO SER REPRESENTADAS EM UMA MAQUETE NA PRÓXIMA AULA.

  

Transformando o olhar - Aula 2

Objetivo:
Valorizar a reencarnação como oportunidade de fazer diferente, de mudar, transformar. Valorizar a auto-estima e descobrir-se capaz de ver beleza e de transformar a realidade. Através da compreensão do significado da palavra liberdade, entender que o homem evolui mutuamente em sociedade. 

Como cada um pode ajudar na construção de um mundo melhor, começando por nós mesmos, mudando nossa forma de pensar e agir.

"Só és livre se te comprometes com a Vida. Os descompromissados com a Vida não são livres, são soltos. Quem é livre é como o vento do Espírito Divino, sopra onde quer. Quem é solto, não sabe para onde vai e vive ao sabor de tudo". Márius Travassos


Conteúdo:
Lei de sociedade Q. 766 e 767 L.E.  (todos concorrem para o progresso – auxiliando- se mutuamente. Necessidade de trabalho Q 676 L.E.  

Procedimentos:

- Relembrar a aula passada. O que é transformação? O que é pensar fora da caixinha? Todos somos capazes de transformar? Como nos transformar?

- Escrever a palavra liberdade no quadro. O que é liberdade? O que é ser livre?
Perguntas para discussão: Liberdade nos isenta de responsabilidade? Liberdade nos dá mais responsabilidade ainda? O que é livre arbítrio? Temos liberdade quando somos criança? E quando somos adultos? Temos liberdade total? Porque?

Somos livres para pensar. Somos livres para nos transformar. Cabe a cada um de nós saber usar a liberdade para o bem, para o progresso. Pensar fora da caixinha.

- Mostrar vídeo com pedaços do filme ‘Corrente do Bem’ (É IMPORTANTE QUE O EVANGELIZADOR VEJA O FILME INTEIRO ANTES DE PASSAR A PARTE EDITADA PARA AS CRIANÇAS. É FUNDAMENTAL CONHECER A HISTÓRIA PARA EXPLICAR OS DETALHES DO FILME CASO NECESSÁRIO).


Discutir sobre o filme.

- Como cada um de nós pode usar da liberdade para melhor o mundo em que vivemos? Lançar a mesma proposta do professor no filme: ‘o que eu posso fazer para mudar o mundo?’. Pedir que pensem uma proposta para trazer na próxima aula.


Resumo do filme 'Corrente do Bem'

O filme A corrente do bem retrata a história de um professor e de seus alunos no início do ano letivo. Eugene Simonet é professor de Estudos Sociais e durante suas aulas fez um desafio aos alunos: deveriam desenvolver um trabalho com o objetivo de mudar o mundo. Era uma proposta que instigava uma participação mais ativa no mundo onde viviam para deixá-lo melhor. Um de seus alunos, Trevor McKinney, se destacou, criando um jogo em que a pessoa, a cada favor recebido, tinha de retribuir para outras três pessoas, e assim sucessivamente. Seu trabalho tinha como base transformar a vida das pessoas, ou seja, mudar realmente o mundo. Ele o chamou de “Passe adiante”.

A princípio o desafio do aluno foi quase impossível de ser realizado, pois seu trabalho era bem complicado, visto que dependia de muitas pessoas. Ele fez várias tentativas e teve muitas decepções na execução do projeto. Um dia, ao voltar para casa após a aula, Trevor resolveu ajudar a primeira pessoa que encontrasse no caminho. Encontrou um homem (drogado), que estava procurando alimentos no lixo, e levou-o para casa, dando-lhe o que comer e o que vestir. Arlene McKinney, a mãe de Trevor, foi sua segunda tentativa. Trabalhava fora o dia todo, pois precisava sustentar o filho e a casa, uma vez que o marido a abandonara, e, por causa dos problemas diários, começou a beber. Chegava em casa cansada e não dava atenção ao filho. Numa noite, sua mãe, ao descobrir que havia um estranho em casa, ficou furiosa, conversou com Trevor e ficou sabendo que o acolhera por causa de um trabalho escolar do professor de Estudos Sociais. Ela foi até a escola, para reclamar com o professor, que descobriu que o aluno levou o trabalho bem a sério, querendo realmente mudar a vida das pessoas. Assim, o aluno tinha cumprido a primeira etapa do jogo e ajudou um indivíduo, que arrumou emprego e estava, agora, tentando ajudar a própria mãe (a segunda pessoa). Sua terceira investida era seu professor, que era introvertido. Trevor armou um encontro dele com sua mãe, que estava sempre sozinha. Trevor foi determinado em seu desafio, mesmo com dificuldades que teve ao ajudar as três pessoas que havia tomado como ponto de partida para seu trabalho.

Mas sua maior preocupação não era a atividade escolar, e, sim, a mudança na vida dessas pessoas. Ele também queria executar seu projeto no espaço escolar, pois tinha um amigo que era agredido por meninos maiores e sempre apanhava, mas nunca teve coragem de ajudá-lo, e isso o angustiava. Com o passar dos meses, a notícia do “Passe adiante” tinha se espalhado. A primeira pessoa (o estranho) ajudado por Trevor já estava fazendo o mesmo por outra (a corrente tinha dado certo), sua mãe também perdoara à sua avó, que não os via há muito tempo (mais uma vez a corrente estava acontecendo). Assim, seu projeto teve grande proporção e atingiu pessoas de outros lugares, chegando ao conhecimento de um repórter, Chris Chandler, que queria desvendar esse mistério. Chandler foi até a escola entrevistar o aluno e o professor para saber como surgiu a ideia do “Passe adiante”. Trevor respondeu às perguntas, deixando a todos emocionados. Ao saírem da escola, ele viu seu amigo sendo novamente agredido pelos meninos. Uma coragem enorme se apossou dele, e ele foi ajudar o amigo, mas foi brutalmente atingido por um estilete que o outro menino carregava. Ele não resistiu aos ferimentos e morreu. Pessoas de outros lugares ficaram sabendo da corrente e de quem foi a ideia de salvar o mundo. Vieram de todas as partes do país para fazer vigília em frente à casa de Trevor, como uma forma de gratidão para jamais se esquecerem de “passar adiante” o respeito e o amor ao próximo.

Transformando o olhar - Aula 1

Objetivo:
Valorizar a reencarnação como oportunidade de fazer diferente, de mudar, transformar. Valorizar a auto-estima e descobrir-se capaz de ver beleza e de transformar a realidade.

A candeia do corpo são os olhos; de sorte que, se os teus olhos forem bons, todo teu corpo terá luz. Mateus 6:22-23.

Procedimentos:

1-  Construção poética – A palavra pode ser arma, violência...
O evangelizador explica a atividade - diz uma palavra e forma a frase, completa ex:  violência me lembra morte... aponta para um evangelizando que repetiram a última palavra dita e completará a frase. Ex: Morte  me lembra vida  e assim sucessivamente...Até que esta  (violência) se desconstrua totalmente.

Conversar sobre como a palavra se transformou completamente na atividade.

2- Pedir que cada um procure na sala um objeto (um lápis, uma tesoura, qualquer coisa.) Risque o contorno do objeto num papel e transforme este desenho em outra coisa, abstrata ou não. Faça uma obra de arte com o objeto.

Pedir que apresentem seus desenhos digam de que ponto partiram e no que se transformou.

3- O evangelizador trabalha as questões 71 e 76 do Livro dos Espíritos:
O que nos difere da matéria e dos outros animais. Somos Espíritos seres pensantes, inteligentes do universo. A razão permite a escolha e dá ao homem o livre arbítrio. Falar da obrigação que temos de estudar, adquirir conhecimentos para melhor fazer escolhas e colocá-las em prática.
O que nos faz ver o mundo de forma diferente? agir de forma diferente? (educação). Não só o conhecimento da escola (acadêmico), mas o conhecimento moral (espiritismo).
  
4-  mostrar o comercial pensar fora da caixinha'
O que é pensar fora da caixinha? Deixar que falem.



5- Mostrar 'vídeo garrafa no shopping'.
Como a maior parte das pessoas agiu?  Deixar que falem. (com indiferença, a maioria fez igual). Quem pensou e agiu fora da caixinha?



Será que encarnamos com o propósito de repetir as coisas? será que somos como as pessoas que passam indiferentes pela garrafa? Que deixam a vida passar e nada fazem de diferente? Como sair do que é convencional, fazer diferente? 'pensar fora da caixinha'

O que isso tem a ver com as coisas que aprendemos? Qual a relação com a reencarnação?


6- O evangelizador trabalha o objetivo da nossa encarnação.
Nascemos para aprender, para nos tornarmos pessoas melhores, fazer  melhor do que já fizemos antes. Do nosso jeito, e para isso, tudo e todos ao nosso redor são instrumentos de aprendizagem. pensar fora da caixinha é ver as oportunidades ao nosso redor para agir de forma diferente.

- Prece final.